segunda-feira, 6 de junho de 2011

Guarda Municipal realiza palestra anti-bullying em escola estadual

Hoje, o Núcleo de Projetos Especiais – Nupe, da Guarda Municipal do Salvador, realizou mais uma palestra sobre Bullying, desta vez na Escola Estadual Eduardo Bahiana. Pela manhã 3 turmas com 92 alunos, além de mais 100 alunos na parte da tarde, puderam entender e aprender sobre as diversas formas de violência existentes nas escolas e as maneiras de combatê-las através da prevenção. A apresentação da palestra anti-bullying, continua no dia 10, sexta-feira, onde mais 300 alunos da escola, divididos entre o período da manhã e da tarde, serão contemplados. “A palestra foi muito importante, pois já passei por isso e não sabia o que fazer, agora sei que devo conversar com meus pais ou a direção”, relata o aluno de YS, estudante da 5ª série. O Convite à Superintendência de Segurança Urbana e Prevenção à Violência - SUSPREV, foi realizado pela diretora, Lúcia Vieira Leão, com o intuito de colaborar para uma melhor conscientização dos jovens alunos a cerca do assunto.

sábado, 4 de junho de 2011

Guarda Municipal encontra mulher perdida na BR 324

Foto - Noel Tavares
Por volta das 7h desta noite, uma mulher foi encontrada caminhando no meio de uma das pistas da BR 324, próximo ao viaduto de Águas Claras. Uma ação rápida da Guarda Municipal do Salvador evitou que a mesma fosse atropelada. De acordo com o jovem Emerson Conceição Miranda que pilotava uma moto, a mulher aparentemente com problemas mentais caminhava como se o perigo não existisse. Ele, então, acionou a equipe da Guarda Municipal abordo da viatura prefixo A32 que passava no local.

A mulher identificada como Camila Pereira Santos, 20 anos, está trajando bermuda jeans azul e blusa azul. Como apresentava ferimentos e hematomas nos pés, provavelmente, provocados pelo tempo que caminhava no asfalto, a jovem foi conduzida, pela Guarda Municipal, ao hospital Ernesto Simões Filho, no Largo do Tamarineiro e, em seguida para o Centro de Triagem mantido pela SETAD, localizado na Baixa dos Sapateiros.

Secretário pede prioridade na apuração de chacina no bairro

ESTA NOTÍCIA ESTÁ NO JORNAL TRIBUNA DA BAHIA

“Não é para matar ninguém aqui, policial. Sou menino bom”, esse foi o pedido de uma criança de três anos, feito aos agentes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DCCP), que estiveram na manhã de ontem na Rua Recanto Bela Vista, no bairro de Mussurunga, realizando investigações sobre a chacina ocorrida na noite de quinta-feira, quando três mulheres e um homem foram executados.

Entre as vítimas, uma adolescente de 14 anos. O pedido do garoto sensibilizou um policial que acariciou suas mãos, dizendo que não era para ele ter medo, que ninguém iria morrer. Assustado, o menino observava as armas que estavam nas mãos dos agentes que seguiam até a casa onde aconteceu o crime.

O secretário de Segurança Pública, Maurício Teles Barbosa, pediu prioridade nas investigações. As vítimas foram assassinadas a tiros de pistolas e golpes de faca, por volta das 19 horas. Entre os mortos, Jaciara Conceição de Sena, Marcio Souza Gomes, Flavia Conceição Ribeiro e uma adolescente de prenome Ingrid. Investigações indicam que as quatro vítimas tinham envolvimento com o tráfico de drogas e crimes contra o patrimônio.

De acordo com a delegada Francineide Moura, Marcio respondia a quatro processos e a cinco inquéritos no município de Utinga, por crimes contra o patrimônio. Entre os quais, furtos e arrombamentos de imóveis. Ele já teria sido preso nos anos de 2002, 2003, 2006, e mantinha um relacionamento amoroso com Jaciara. Ele tinha um mandado de prisão em aberto. Ainda de acordo com a delegada, a adolescente Ingrid namorava com um traficante do Bairro da Paz, que não teve o nome revelado.

Já Flávia havia sido liberada há um mês do presídio. Ela foi presa juntamente com o companheiro, um traficante de drogas que continua preso. Há informações que o suspeito teria vendido uma casa na região, ano passado, que funcionava como ponto de tráfico.

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sexta-feira, 3 de junho de 2011

A educação no Brasil está em decadência

Eu sei que em toda área existem aqueles que se dedicam diariamente utilizando a ética como moderador de suas ações. Mas me preocupa uma notícia publicada hoje (3), no jornal Tribuna da Bahia. É incrível, por deficiência dos estudantes nas avaliações do MEC, algumas faculdades tem que diminuir o número de vagas para que deseja cursar essa área.

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Em todo o país, a Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres), do MEC, determinou a redução de 10.912 vagas de ingresso de estudantes em 136 cursos de direito, por deficiência, após receberem notas 1 e 2 em uma avaliação que vai até 5 e que leva em consideração o desempenho dos estudantes, o corpo docente, a infraestrutura e os recursos didáticos. A decisão da secretaria foi publicada ontem no “Diário Oficial da União” e abrange cursos submetidos ao Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) em 2009.

Na Bahia, as instituições de ensino que tiveram redução de oferta foram: Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas, na cidade de Itamaraju, com menos 65 vagas; o Instituto de Educação Superior Unyahna, menos 40, e Faculdade São Francisco, menos 30 vagas, as duas localizadas em Barreiras. Consta ainda da lista do Ministério da Educação, a Faculdade de Tecnologia e Ciências de Vitória da Conquista, com supressão de 40 vagas; Faculdade Regional da Bahia, menos 60 vagas; Faculdades Metropolitanas de Camaçari, menos 15 postos; e Instituto de Educação Superior Unyahna, que deixa de ofertar 60 vagas.

No balanço final do MEC, as faculdades atingidas pela redução de oferta de vagas para o curso de direito tiveram de 15% e 65% das vagas oferecidas reduzidas. As instituições terão 30 dias para apresentar defesa à secretaria. A redução do número de vagas é obrigatória até a renovação de reconhecimento dos cursos. Caso a instituição consiga melhorar a qualidade do ensino, as vagas podem ser “devolvidas”. Caso os cursos mantenham o resultado insatisfatório, a determinação da Seres pode ser definitiva.



quarta-feira, 1 de junho de 2011

No subúrbio tudo é difícil

Em mais uma investida minha no bairro de Paripe em Salvador na busca por informações baseadas em documentos sobre a história do próprio bairro, me deparei com mais um assunto que, sinceramente acho o cúmulo do cúmulo. Como se não bastasse má vontade dos políticos com o bairro, existem aqueles que, por saberem que estão no subúrbio cometem crimes na certeza da impunidade. A foto é clara, esse é um caminhão transportando restos do gado que foi abatido e destroçado próximo a estação ferroviária do bairro. Será que esse procedimento acontece por saberem que se existe fiscalização deve ser bem precária? Os moradores se sentem acuados, pois a carne provavelmente de péssima qualidade é colocada a disposição dos próprios moradores no comércio local. A minha ida hoje (1), ao bairro de Paripe se deu por coletar todo o material necessário para produzir um livro reportagem para a conclusão do curso de jornalismo. Estou na fase final e encontro um fato que me chamou atenção, porém tira o brilho do que pretendo mostrar.


Fotos Noel Tavares